DataVault · Saúde
Episódios que não entram nos GDH são financiamento que não chega.
Números de utente, diagnósticos CID-10, datas de alta e interfaces HL7. Os dados clínicos alimentam a faturação ao SNS e os reportes à ACSS — e quase ninguém os valida antes de saírem. O DataVault faz isso, sem ver quem é o utente.
Conta grátis, sem cartão. A demo abre já com os dados de um hospital, pseudonimizados.
A dor
O dado clínico está certo para o médico e errado para o sistema.
A codificação clínica é feita por pessoas sob pressão, em sistemas que falam formatos diferentes.
Faturação devolvida
Números de utente truncados por uma exportação para Excel, utentes sem número SNS: a faturação volta para trás e o financiamento atrasa.
Diagnósticos que não contam
Um diagnóstico em texto livre em vez de código CID-10 não entra nos GDH — é produção realizada que não é paga.
Indicadores enviesados
Idade 999 como «desconhecida», sexo «U» fora do dicionário, datas de alta em formato local: a demora média e a pirâmide etária saem erradas.
Interfaces que param em silêncio
A interface HL7 com o sistema clínico para e o data warehouse fica três dias sem episódios novos — sem alarme.
Como o DataVault resolve
Regras clínicas prontas, privacidade por omissão, alarmes de frescura.
Pack de regras saúde PT
Formato e presença do número SNS, dicionário de sexo, idade plausível, datas ISO e diagnóstico principal em CID-10 — aplicados num clique.
Privacidade por omissão
Funciona sobre dados pseudonimizados; as amostras enviadas à IA são limitadas e anonimizáveis, e a política de IA do workspace decide que fornecedor pode ver o quê.
Frescura das interfaces
O DataVault aprende o ritmo de cada tabela e avisa quando os episódios deixam de chegar.
Relatórios por persona
O engenheiro recebe o SQL de correção; a direção clínica e financeira recebe o impacto, em linguagem de gestão.
Prova, não mockups
O DataVault a correr sobre o workspace de demonstração «Hospital (anonimizado)».
Capturas reais da app, tiradas sobre o seed pack da vertical: dados fictícios mas plausíveis, gerados de forma determinística, com 7 problemas plantados — cada um com a história do incidente que o causou. O pack de regras da indústria entra já aplicado, por isso o primeiro scan acusa exatamente estes problemas. É o que vês quando abres a demo.



O que o primeiro scan apanha
7 problemas, 7 histórias que já viste acontecer.
- 01
Nº de utente com 8 dígitos
utentes.numero_utenteA exportação para Excel do sistema de admissões cortou dígitos a 10 números de utente — a faturação ao SNS devolve esses episódios.
- 02
Utentes sem número SNS
utentes.numero_utenteUtentes estrangeiros foram admitidos na urgência sem identificação SNS e nunca regularizados.
- 03
Sexo «U» fora do dicionário
utentes.sexoA integração da urgência envia «U» (unknown) em vez de «I» (indeterminado) — os indicadores por sexo ficam com um grupo fantasma.
- 04
Data de alta em DD-MM-AAAA
episodios.data_altaO sistema de urgência antigo grava a data de alta em formato português — a demora média de internamento sai errada no reporte ACSS.
- 05
Idade 999
episodios.idadeNa admissão rápida, «999» é usado como «idade desconhecida» — a pirâmide etária do hospital mostra utentes com 999 anos.
- 06
Diagnósticos em texto livre
episodios.diagnostico_principal3% dos episódios têm o diagnóstico em texto livre («Pneumonia») em vez do código CID-10 — não entram nos GDH nem no financiamento.
- 07
Episódios parados há 3 dias
episodios.data_admissaoA interface HL7 com o sistema clínico parou há 3 dias — os episódios novos não estão a chegar ao data warehouse.
dados fictícios
Outras indústrias
Chega ao próximo reporte à ACSS com os dados já validados.
Abre a demo com os dados de um hospital pseudonimizado e percorre os sete problemas plantados — ou liga a tua fonte, read-only, em minutos.